terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Sentindo Falta

Por favor, por favor me perdoe,
Mas eu não retornarei para casa.
Talvez algum dia você procure,
E, pouco consciente, você dirá a ninguém:
"Algo não está faltando?"

Você não chorará por minha ausência, eu sei-
Você me esqueceu há muito tempo
Eu sou tão sem importância?
Eu sou tão insignificante?
"Algo não está faltando?"
Ninguém está sentindo a minha falta?

Embora eu me sacrificasse,
Você não irá tentar comigo, não agora
Embora eu morresse para saber que você me ama,
Eu estou completamente só.
Ninguém está sentindo a minha falta?

Por favor, por favor me perdoe,
Mas eu não retornarei para casa.
Eu sei o que você faz a você,
Eu respiro profundamente e clamo:
"Algo não está faltando?"
Ninguém está sentindo a minha falta?

Embora eu me sacrificasse,
Você não irá tentar comigo, não agora
Embora eu morresse para saber que você me ama,
Eu estou completamente só.
Ninguém está sentindo a minha falta?

E se eu sangrar, eu sangrarei,
Sabendo que você não se importa.
E se eu tiver que dormir apenas para sonhar com você
Eu acordarei sem você lá,
"Algo não está faltando?"
Algo não está...

Embora eu me sacrificasse,
Você não irá tentar comigo, não agora
Embora eu morresse para saber que você me ama,
Eu estou completamente só.
Algo não está faltando?
Ninguém está sentindo a minha falta?

Musica de Evanescence : Missing ; vale apena ouvir pelo menos para saber como eh ^.~ amanha eu posto um poema bonito

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Nirvana

Através da prática diligente, proporcionar compaixão e bondade e amor a todos os seres vivos, do condicionamento da mente para evitar apegos e eliminar karma negativo, os budistas acreditam que finalmente alcançarão a iluminação. Quando isso ocorre, eles são capazes de sair do ciclo de morte e renascimento e ascender ao estado de nirvana. O nirvana é um estado de consciência suprema de perfeita felicidade e liberação. É o fim de todo retorno à reencarnação e seu compromisso com o sofrimento.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Karma e a Lei de Causa e Efeito

Karma e a Lei de Causa e Efeito


Uma pessoa é uma combinação de matéria e mente. O corpo pode ser encarado como uma combinação de quatro componentes: terra, água, calor e ar; a mente é a combinação de sensação, percepção, idéia e consciência. O corpo físico — na verdade, toda a matéria na natureza – está sujeito ao ciclo de formação, duração, deterioração e cessação.
O Buda ensinou que a interpretação da vida através de nossos seis sensores (olhos, ouvidos, nariz, língua, corpo e mente) não é mais do que ilusão.
O Buda ensinou que todos os seres sencientes estão em um ciclo contínuo de vida, morte e renascimento, por um número ilimitado de vidas, até que finalmente alcancem a iluminação. Os budistas acreditam que os nascimentos das pessoas estão associados à consciência proveniente das memórias e do karma de suas vidas passadas. "Karma" é uma palavra em sânscrito que significa "ação, trabalho ou feito". Qualquer ação física, verbal ou mental, realizada com intenção, pode ser chamada de karma. Assim, boas atitudes podem produzir karma positivo, enquanto más atitudes podem resultar em karma negativo.
A consciência do Neste ciclo contínuo de vida, seres renasce em várias formas de existência. Há seis tipos de existência: Devas (deuses), Asuras (semideuses), Humanos, Animais, Pretas (espíritos famintos) e Seres do Inferno. Cada um dos reinos está sujeito às dores do nascimento, da doença, do envelhecimento e da morte. O renascimento em formas superiores ou inferiores é determinado pelos bons ou maus atos, ou karma, que foi sendo produzido durante vidas anteriores. Essa é a lei de causa e efeito.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

O Buda

Aos 29 anos de idade, o Buda Shakyamuni teve quatro visões que transformaram sua vida. As três primeiras visões – O sofrimento devido ao envelhecimento, doenças e morte – mostraram-lhe a natureza inexorável da vida e as aflições universais da humanidade. A quarta visão — um eremita com um semblante sereno – revelou-lhe o meio de alcançar paz. Compreendendo a insignificância dos prazeres carnais, ele deixou sua família e toda sua fortuna em busca de verdade e paz eterna. Sua busca pela paz era mais por compaixão pelo sofrimento alheio do que pelo seu próprio, já que não havia tido tal experiência. Ele não abandonou sua vida mundana na velhice, mas no alvorecer de sua maturidade; não na pobreza, mas em plena fartura.
Depois de seis anos de ascetismo, ele compreendeu que se deveria praticar o "Caminho do Meio", evitando o extremo da auto-mortificação, que só enfraquece o intelecto, e o extremo da auto-indulgência, que retarda o progresso moral. Aos 35 anos de idade (aproximadamente 525 a.C.), sentado sob uma árvore Bodhi, em uma noite de lua cheia, ele, de repente, experimentou extraordinária sabedoria, compreendendo a verdade suprema do universo e alcançando profunda visão dos caminhos da vida humana. Os budistas chamam essa compreensão de "iluminação". A partir de então, ele passou a ser chamado de Buda Shakyamuni (Shakyamuni significa "Sábio do clã dos Shakya"). A palavra Buda pode ser traduzida como: "aquele que é plenamente desperto e iluminado".
Sendo assim o Buda não é um deus é a iluminação ou compreensão, assim todos aqueles que conseguiram alcançar a compreensão pode ser chamados de Buda.

sábado, 9 de abril de 2011

Massacre no Rio

Essa semana eu vi na TV uma noticia e um ex-aluno que tinha invadido a escola e matado 10 crianças 9 meninas e 1 menino e depois cometeu suicídio. Ate agora não se sabe do real motivo o que comentam é que ele seria vitima de Bullying, e depois de anos planejando ele executou sua vingança. Peritos afirmam que ele treinou e planejou bem antes de executar esse plano macabro.
Por favor coloquem ocupado no msn coloque luto no orkut e no Twitter em homenagem a essas crianças vitimas desse psicopata.

Fundaçao Budismo

O Buda viajou por toda a Índia com seus discípulos, ensinando e divulgando seus princípios às pessoas, por mais de 45 anos, até sua morte, aos 80 anos de idade. Ele formou uma das primeiras ordens monásticas do mundo, conhecida como Sangha. Seus seguidores tinham as mais variadas características, e ele os ensinava de acordo com suas habilidades para o crescimento espiritual. Ele não exigia crença cega; ao contrário, adotava o "venha e experimente você mesmo", atitude que ganhou os corações de milhares. Após a morte de Shakyamuni(o primeiro Buda), foi realizado o Primeiro Concílio Budista, que reuniu 500 membros, a fim de coletar e organizar os ensinamentos do Buda, os quais são chamados de Dharma. Este se tornou o único guia e fonte de inspiração da Sangha. Seus discursos são chamados de Sutras. Foi no Segundo Concílio Budista em Vaishali, realizado algumas centenas de anos após a morte do Buda, que as duas grandes tradições, hoje conhecidas como Theravada e Mahayana, começaram a se formar. Os Theravadins seguem o Cânone Páli, enquanto os Mahayanistas seguem os sutras que foram escritos em sânscrito.
O Buda nunca teve a intenção de obrigá-lo a seguir seus ensinamentos, ele queria que você o segui-se de boa vontade, ele não queria sua adoração, ele queria ilumina suas mentes

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Introdução ao Budismo

Eu fiquei sem Internet durante um tempo por isso não atualizei o blog.
Agora eu estou de volta e quero agradecer as pessoas que visitaram meu blog durante esse tempo.
Hoje irei falar do budismo, como é um assunto muito grande eu irei dividir em varias partes, hoje será apenas uma introdução, um pequeno resumo, depois irei me aprofundando.
Lembrando que eu não faço apologia a nenhuma religião, o que eu estou querendo passar e apenas conhecimento sobre esse assunto, em breve irei tratar de outras religiões alem dessa.
Comentem e perguntem o quanto quiser, eu irei responder a todas as perguntas durante essa semana do Budismo.


Budismo

O Budismo é uma filosofia de vida baseada integralmente nos profundos ensinamentos do Buda(Siddhartha Gautama, o primeiro buda, comentaremos em breve) para todos os seres, que revela a verdadeira face da vida e do universo.
Quando pregava, o Buda não pretendia converter as pessoas, mas iluminá-las. É uma religião de sabedoria, onde conhecimento e inteligência predominam.
O Budismo é uma religião prática, que consiste a condicionar a mente, de maneira a levá-la à paz, serenidade, alegria, sabedoria e liberdade perfeitas. Por ser uma maneira de viver que extrai os mais altos benefícios da vida, é freqüentemente chamado de "Budismo Humanista".
O Budismo tem como objetivo, fazer o individuo alcançar a felicidade, harmonia e sabedoria.
O Budismo trouxe paz interior, felicidade e harmonia a milhões de pessoas durante sua longa história de mais de 2.500 anos.
Muitoas artitas são adptos do buldismo entre eles os artistas brasileiros:  Maitê Proença, Ney Matogrosso, Cláudia Raia, Christiane Torloni, Diogo Vilela e Edson Celulari.
E os artistas internacionais: Richard Gere, Brad Pitt, Jet Li, Keanu Reeves, Orlando Bloom, Sharon Stone, Steven Seagal, Tina Turner, Penélope Cruz e Angelina Jolie.
Amanhã darei continuidade ao budismo.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Sakura(traduçao)

Sakura(Flor de Cerejeira)

Ikimono Gakari

A cerejeira floresce após perder as folhas.
Cada uma das pétalas é um pedaço do meu amor.
Até agora, eu sonho por causa da Primavera.
As flores de cerejeira se dispersam.

Pela janela do trem eu podia ver
A trilha que se formou
Em uma importante ponte que nos encontramos.
Quando chegamos Graduados
E você na cidade, em março.
No banco colorido, procurando reviver esse dia.

Os nossos caminhos separados
E que bela primavera chegou ao fim.
Meu futuro é como uma flor de cerejeira,
Isso me assusta.
Este ano, novamente, as flores de cerejeira caem.
Através da janela do trem Odakyuu. Dentro de meu coração
Eu ouço a sua voz.

(Repete)

A primeira coisa que você escreveu na carta
Foi "Eu estou bem."
Você já reparou que havia uma pequena mentira, certo?
Mesmo na cidade
É primavera.
As flores voltam todo ano.

Esses dias eu vou passar sem você,
Mas graças a isso, amadureci.
Esqueceu tudo?
"Nos amamos".
Nas minhas mãos, eu tenho pétalas de cerejeira.
Agora, a Primavera abriga o meu amor solitário.

As flores de cerejeira caem.
Cada uma das pétalas é um pedaço do meu amor.
Até agora, as fortes palavras que eu disse
Ficarão no meu coração; pétalas dançam junto ao vento.

As flores de cerejeira caem.
Cada uma das pétalas é um pedaço do meu amor.
Aqueles dias que quer reviver, brotam à sua volta.
Desaparecem no céu.

As flores de cerejeira caem.
Ando enquanto eu desfrutar da Primavera.
O sonho de voltar a viver com você novamente
Faz você sentir uma forte dor no peito; pétalas dançam junto ao vento.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Psoríase

Recentemente eu recebi a tarefa de pesquisar sobre essa doença, achei o assunto interessante e decidir pesquisar mais e postar nesse blog para que todos possam ter acesso, devo lembrar que devemos sempre procurar um medico antes de tomar qualquer remédio.


Psoríase

A psoríase é uma doença de pele genética auto-imune(auto-imunidade é a falha em uma divisão funcional do sistema imunológico), A palavra vem do grego e significa erupção sarnenta, a psoríase é uma doença da pele bastante frequente. Atinge tanto homens quanto mulheres, principalmente entre 20 e 40 anos, mas pode surgir em qualquer fase da vida. Sua causa é desconhecida. Cerca de 30% das pessoas que têm psoríase apresentam histórico da doença na família. Não é uma doença contagiosa e não há necessidade de evitar o contato físico com outras pessoas.

Causas

Além da genética, outros fatores estão envolvidos no aparecimento e evolução da doença. Fatores psicológicos, estresse, exposição ao frio, uso de certos medicamentos e ingestão alcoólica piora o quadro.



Sintomas

Os sintomas da psoríase são manchas de pele vermelha grossa com escamas prateadas. Essas manchas podem coçar e doer. Manchas de psoríase são encontradas principalmente nos ombros, joelhos, partes da perna, couro cabeludo, região lombar, palmas das mãos e solas dos pés. Porém, manchas de psoríase podem aparecer em outros locais como unhas dos dedos e dos pés, genitais e dentro da boca.

Manifestações clínicas

Pode apresentar-se de várias maneiras, desde formas mínimas, com pouquíssimas lesões, até a psoríase eritrodérmica, na qual toda a pele está comprometida. A forma mais frequente de apresentação é a psoríase em placas, caracterizada pelo surgimento de lesões avermelhadas e descamativas (foto) na pele, bem limitadas e de evolução crônica.
http://www.dermatologia.net/novo/base/fotos/psoriase4.jpg
A psoríase em placas, em geral, se apresenta com poucas lesões, mas, em alguns casos, estas podem ser numerosas e atingir grandes áreas do corpo.
Por serem lesões secas, as escamas da psoríase podem se tornar grossas e esbranquiçadas (foto abaixo) e as localizações mais frequentes são os cotovelos, joelhos, couro cabeludo e tronco.
http://www.dermatologia.net/novo/base/fotos/psoriase1.jpg
É comum ocorrerem fases de melhora e de piora. Quando as placas regridem, costumam deixar área de pele mais clara no local afetado.
Outra característica, chamada de fenômeno de Koebner, caracteriza-se pela formação de lesões lineares em áreas de trauma cutâneo, como arranhões. As lesões de psoríase são geralmente assintomáticas, mas pode haver prurido discreto (coceira).
Apresentações menos comuns são a psoríase ungueal (foto abaixo), com lesões apenas nas unhas, a psoríase pustulosa, com formação de pústulas principalmente nas palmas das mãos e plantas dos pés e a artrite psoriásica que, mais comum nos dedos das mãos, caracteriza-se por inflamação articular que pode causar até a destruição da articulação.
http://www.dermatologia.net/novo/base/fotos/psoungueal3.jpg

Outra forma de apresentação é a psoríase gutata (foto abaixo), com surgimento eruptivo de pequenas lesões circulares (em gotas), frequentemente associada com infecções de garganta.
http://www.dermatologia.net/novo/base/fotos/pso_gutata.jpg
O diagnóstico da psoríase é geralmente clínico, mas pode ser confirmado por uma biópsia, que revelará um quadro bem característico.

Tratamento

O tratamento da psoríase vai depender do quadro clínico apresentado, podendo variar desde a simples aplicação de medicações tópicas nos casos mais brandos até tratamentos mais complexos para os casos mais graves.
A resposta ao tratamento também varia muito de um paciente para outro e o componente emocional não deve ser menosprezado. Uma vida saudável, evitando-se o estresse vai colaborar para a melhora. A exposição solar moderada é de grande ajuda e manter a pele bem hidratada também auxilia o tratamento.
Não existe uma forma de se acabar definitivamente com a psoríase, mas é possível se conseguir a remissão total da doença, obtendo-se a cura clínica. Ainda não é possível, no entanto, afirmar que a doença não vai voltar após o desaparecimento dos sintomas.
Mas sempre lembrando que deve-se sempre procurar um medico dermatologista antes de tomar qualquer remédio ou tratamento, podendo evitar o agravamento da doença ou intoxicação; a auto-medicação pode trazem vários efeito colaterais e prejudicar a saúde.

Psoríase versicolor ("micose de praia", "pano branco")

Também vulgarmente conhecida como "micose de praia" ou "pano branco", a Psoríase versicolor é uma micose, mas, ao contrário do que se pensa, não é adquirida na praia ou piscina. O fungo causador da doença habita a pele de todas as pessoas e, em algumas delas, é capaz de se desenvolver provocando as manchas.
Muitas vezes, a doença é percebida poucos dias após a exposição da pele ao sol, porque nas áreas da pele afetadas pela micose, a pele não se bronzeia. Com o bronzeamento da pele ao redor, ficam perceptíveis as áreas mais claras onde está a doença e a pessoa acha que pegou a micose na praia ou piscina. Entretanto, o sol apenas mostrou onde estava a micose. Vem daí o nome "micose de praia".

Manifestações clínicas

As áreas de pele mais oleosa, como a face, couro cabeludo, pescoço e a porção superior do tronco são as mais frequentemente atingidas.
A doença se manifesta formando manchas claras, acastanhadas ou avermelhadas que se iniciam pequenas e podem se unir formando manchas maiores.
http://www.dermatologia.net/novo/base/fotos/pitiriaseversicolor.jpg
As lesões são recobertas por fina descamação que, às vezes, só é percebida quando se estica a pele. Geralmente, a Pitiríase versicolor é assintomática, mas alguns pacientes podem apresentar coceira.

Tratamento

A Psoríase versicolor é uma micose que responde bem ao tratamento, que pode ser feito com medicamentos de uso via oral (comprimidos) ou local (sabonetes, xampus, loções, sprays ou cremes), dependendo do grau de comprometimento da pele.
Devido a ser causada por um fungo que habita normalmente a pele, é possível a micose voltar a aparecer, mesmo após um tratamento bem sucedido.
Em algumas pessoas, a Psoríase versicolor pode ocorrer de forma recidivante, voltando a crescer logo após o tratamento. Estes casos exigem cuidados especiais para a prevenção do retorno da doença, cuja orientação deve ser dada pelo médico dermatologista.

Fontes:

http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?353
http://www.dermatologia.net/novo/base/doencas/pitiversi.shtml
http://pt.wikipedia.org/wiki/Psor%C3%ADase

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Natal

A cada ano comemora-se o natal, os presentes e o principal o nascimento de Jesus. Então nesse dia por que não falar do natal deixo uma pequena poesia falando do nascimento de Cristo.

NOS CONTA A SAGRADA HISTÓRIA
QUAL CREIO SER BEM VERDADE
QUANDO MARIA E JOSE
BUSCANDO PELA CIDADE
TENDO DADO MUITAS VOLTAS
BATENDO DE PORTA EM PORTA
SEM ENCONTRAR HOSPITALIDADE.

ESTAVA JOSE EXAUSTO
TAMANHA ERA A DECEPÇÃO
AO VER QUE A HUMANIDADE
NEM SEQUER TINHA NOÇÃO
DE HAVEREM NEGADO
UM TETO AO CRISTO ENVIADO
A SALVAR TODA NAÇÃO.

SEM MAIS TER ONDE BUSCAR
UMA ALMA ACOLHEDORA
AFASTAM SE DESAPONTADOS
O PAI E A PROGENITORA
SEM TER  UM OMBRO  AMIGO
BUSCAM ENTÃO ABRIGO
NUMA HUMILDE MANJEDOURA.

E FOI NAQUELE LOCAL
POR ANIMAIS AQUECIDOS
QUE DEU MARIA A LUZ
SIM LA HAVIA CONCEBIDO
NASCE ENTÃO NOSSO SENHOR
JESUS CRISTO O SALVADOR
PARA SALVAR AOS PERDIDOS.

LADISLAU FLORIANO
POETA DE CRISTO

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

MITOLOGIA EGÍPCIA

Os deuses do antigo Egito, foram Faraós que reinaram no período pré dinástico. Assim, os mitos foram inspirados em histórias que aconteceram de verdade, milhares de anos antes de sua criação.
Para a cultura do antigo Egito o casamento consangüíneo tinha o sentido de complementaridade, unir céu e terra, seco e úmido, por essa razão diversos deuses eram irmãos que se casavam entre si.
Osíris foi o primeiro Faraó e, que com o passar do tempo foi divinizado. Seu reinado em vida marcou uma época de prosperidade e ao morrer passou a ser o soberano do reino dos mortos.
Os deuses egípcios eram representados ora sob forma humana, ora sob forma de animais, considerados sagrados. O culto de tais animais era um aspecto importante da religião popular dos egípcios. Os teólogos oficiais afirmam que neles encarnava-se uma parcela das forças espirituais e da personalidade de um ou mais deuses. Deve ser entendido que o "deus" não residia em cada vaca ou em cada crocodilo. O culto era dirigido a um só indivíduo da espécie, escolhido de acordo com determinados sinais e entronizado num recinto especial. Ao morrerem, os animais sagrados eram cuidadosamente mumificados e sepultados em cemitérios exclusivos.

Cosmologia e criação


Antes que existisse o ar, a terra ou mesmo o céu, havia somente água, turbulenta e borbulhante, da qual surgiu Rá, o primeiro deus. Rá transformou-se em um novo elemento no cosmo: o sol. Mas a carência de outra vida logo lhe pesou e, em comunhão com a sua própria sombra, gerou uma filha, Tefnut. Ela também era um novo elemento: a umidade.
E Shu, o outro filho de Rá, tornou-se o ar. Por sua vez, eles também tiveram seus próprios descendentes, Geb e Nut (a terra e o céu). Logo foi estabelecida toda uma ordem cósmica. Contudo, essa ordem veio acompanhada de desafios não previstos.
Assim, Rá viu-se forçado a travar batalhas diárias com a serpente Apep pelo controle da atmosfera. Contando com a ajuda da esposa e filha Bast (deusa dos gatos e da fertilidade), Rá lograva êxito na maioria das vezes. Mas nos dias em que Apep vencia, havia sempre tempestades e mau tempo.
Esse era tão somente o começo daquilo que Rá teria de enfrentar. Em certa ocasião, as frustrações de dominar uma população humana que se dava a queixas e rebeliões levaram Rá, em um acesso de ira, a arrancar um dos seus olhos e atirá-lo à terra. O olho transformou na deusa da vingança, chamada Sekhmet, uma força tão destrutiva contra a humanidade que Rá, cheio de remorso, teve de chamá-la de volta usando um estratagema. Rá ordenou aos seus vassalos que produzissem milhares de barris de cerveja. A cerveja seria misturada com suco de romã para parecer sangue das vítimas humanas de Sekhmet, sendo usada para inundar o campo ao redor de sua morada terrena. O intento teve êxito. Quando Sekhmet emergiu novamente para terminar de dizimar a humanidade, ela viu seu reflexo no lago vermelho repulsivo, enamorou-se dele e bebeu a mistura, caindo no sono, permanecendo inofensiva. O resultado foi tão bom que posteriormente ela desposou Ptah, o deus absoluto da criação. E mais tarde, ironicamente, ela se transformou em Hator, deusa do amor e da celebração.
A responsabilidade por todo o cosmo começava a minar a vitalidade de Rá. Como envelhecia, Rá buscou um substituto para suas obrigações de zelar pela terra. O substituto viria a ser seu neto, Osíris.
Osíris, assim como Ísis, Set e Neftis, veio ao mundo em decorrência da união de Geb e Nut. Contudo, quando Rá passou o domínio do mundo às mãos de Osíris, ocorreu a primeira rivalidade entre irmãos na história do cosmo. E que rivalidade!
Osíris havia sido um ditador benevolente — sob seu comando os egípcios tornaram-se um povo civilizado. Mas seu irmão Set (o deus do caos e das tempestades) estava enciumado pelo presente concedido a Osíris e o matou. Ele construiu um baú primoroso, ofereceu uma festa e disse aos seus filhos que aquele que coubesse no baú poderia tê-lo para si. Mas ele havia construído o belo baú tendo em mente apenas Osíris. Quando Osíris entrou no baú, Set o selou e seus comparsas o deitaram no Nilo, na esperança de que nunca mais tornariam a vê-lo.
Assim, Osíris fora o primeiro deus da história a morrer e tornou-se o primeiro deus do mundo inferior. Quando Neftis contou à sua irmã Ísis sobre o assassínio, Ísis mergulhou em profunda tristeza, pois Osíris era não só seu marido como também seu irmão. Ela encontrou o corpo e conseguiu ressuscitar Osíris e juntos tiveram um filho chamado Hórus. Mas Set não tardou em descobrir isso e, colérico, retalhou Osíris em 14 pedaços, espalhando as partes pelo Egito de modo que nem Ísis poderia juntá-los. Anúbis, o inventor do embalsamamento e filho de Osíris, realizou o funeral na grande pirâmide.
Set passara a ser então o senhor do mundo e em virtude de sua inclinação ao caos e à violência, parecia que todas as boas obras de Osíris seriam desfeitas em breve. Comentava-se até mesmo que Set tramava usurpar o lugar de seu pai Rá.
Em conseqüência disso, Rá e Hórus convocaram um grande exército para tomar o poderio de Set. Eles convocaram Tot, deus da sabedoria e da verdade, que transformou Hórus em um disco solar com um calor tão intenso que confundiu as tropas de Set, que se destruíram mutuamente. Mas o próprio Set não podia ser encontrado em lugar nenhum. Ele escondera-se a uma grande distância, onde estaria livre para criar outra força para derrotar Rá e Hórus.
Mas não chegara a realizar seu intento. E, com a posterior derrota, Hórus retalhou Set do mesmo modo como havia sido feito com seu pai. Assim, Hórus passou a comandar o mundo e abriu o precedente para os faraós que o sucederam.
OS DEUSES EGÍPCIOS
NUN
É a divindade mais primitiva do panteão de Heliópolis. Personificava o abismo líquido ou as águas primordiais, a partir do qual todo o mundo foi criado; é a divindade mais velha e sábia de todas. Era representado como um homem barbado, com uma pena na cabeça e portando um cajado. É uma divindade bissexual e à vezes masculino. Nun gerou Atun ( o sol nascente ) e Re ou Rá ( o sol do meio dia ).
 

ATUN
Uma das manifestações do deus sol, especialmente ao entardecer, original de Heliópolis, era representado por um homem barbado usando a coroa dupla do faraó e menos freqüentemente, como uma serpente usando as duas coroas do Alto e do Baixo Egito. Era considerado o rei de todos os deuses, aquele que criou o universo. É o mesmo deus Rê ou Rá que gerou Shu o ar e Tefnut a umidade. Atun e Rê ou Rá, foram mais tarde unidos ao deus carneiro de Tebas Amon e ficou conhecido pelo nome de Amon-Rê ou Amon-Rá.


AMON
O deus-carneiro de Tebas, rei dos deuses e patrono dos faraós, ele é o senhor dos templos de Luxor e Karnac. Tem por esposa Mut e por filho Khonsu. Passou a ser cultuado por volta de 2000 a.C. e traz algumas funções de Rá, sob o nome de Amon-Rê ou Amon-Rá, o criador dos deuses e da ordem divina. Ele é o sol que dá vida ao país. À época de Ramsés III. Amon tornou-se um título monárquico, mesmo título que Ptah e Rá. Freqüentemente representado como um homem vestido com a túnica real e usando na cabeça duas altas plumas do lado direito, ele se manifesta, igualmente, sob a forma de um carneiro e, mais raramente, de um ganso.
Amon-Rê ou Amon-Rá
O criador dos deuses e da ordem divina. Ele é o sol que dá vida ao país. À época de Ramsés III. Amon tornou-se um título monárquico, mesmo título que Ptah e Rá. Freqüentemente representado como um homem vestido com a túnica real e usando na cabeça duas altas plumas do lado direito, ele se manifesta, igualmente, sob a forma de um carneiro e, mais raramente, de um ganso.


RÁ ( ou Rê)
O criador dos deuses e da ordem divina, recebeu de Nun seu pai (mãe) o domínio sobre a Terra, mas o mundo não estava completamente acabado. Rá se esforçou tanto para terminar o trabalho da criação que chorou. De suas lágrimas, que banharam o solo, surgiram os seres humanos, masculinos e femininos. Eles foram criados como os deuses e os animais e Rá tratou de fazê-los felizes, tudo o que crescia sobre os campos lhes foi dado para que se alimentassem, não deixava faltar o vento fresco, nem o calor do sol, as enchentes ou as vazantes do Nilo. Como era considerado o criador dos homens, os egípcios denominavam-se o "rebanho de Rá". O deus nacional do Egito, o maior de todos os deuses, criador do universo e fonte de toda a vida, era o Sol, objeto de adoração em qualquer lugar. A sede de seu culto ficava em Heliópolis, o mais antigo e próspero centro comercial do Baixo Egito. Na Quinta Dinastia Rá, o Deus-Sol de Heliópolis, tornou-se uma divindade do estado. Foi retratado pela arte egípcia sob muitas formas e denominações e era também representado por um falcão, por um homem com cabeça de falcão ou ainda, mais raramente, por um homem. Quando representado por uma cabeça de falcão estabelecia-se uma identidade com Hórus, outro deus solar adorado em várias partes do país desde tempos remotos.
SHU
É o deus do ar e da luz, personificação da atmosfera diurna que sustenta o céu. Tem a tarefa de trazer Rá, o deus Sol, seu pai, e o faraó à vida no começo de cada dia. É representado por um homem barbado usando na cabeça uma pena simples ou quatro longas plumas. É a essência da condição seca, do gênero masculino, calor, luz e perfeição. Aparece frequentemente nas pinturas, como um homem segurando Nut, a deusa do céu, para separá-la de Geb, o deus da Terra. Com Tefnut, sua esposa, formava o primeiro par de divindades da enéade de Heliópolis. Era associado ao Leão.
TEFNUT
Considerada a deusa da umidade vivificante, que espera o sol libertar-se do horizonte leste para recebê-lo e não há seca por onde Tefnut passa. A deusa é irmã e mulher de Shu. É o símbolo das dádivas e da generosidade. Ela é retratada como uma mulher com a cabeça de uma leoa, indicando poder. Shu afasta a fome dos mortos, enquanto Tefnut afasta a sede. Shu e Tefnut são os pais de Geb e Nut.
OSÍRIS
Irmão e marido de Isis, pai de Hórus. A origem de Osíris consta nos relatos da criação do mundo, sua geração é a ultima a acontecer e não representa mais os elementos materiais (espaço, luz, terra, céu...). Na lenda, que evoca o retorno da vida com a cheia do Nilo, após o período da seca, Osíris é morto, destruído e ressuscitado, representando a morte e renascimento da vegetação e de todos os seres. Por essa razão, ele é o deus dos mortos e do renascimento, rei e juiz supremo do mundo dos mortos. Acredita-se que ele tenha sido o primeiro Faraó e que ensinou aos homens as artes da agricultura e da civilização.
ÍSIS
É a mais popular de todas as deusas egípcias, considerada a deusa da família, o modelo de esposa e mãe, invencível e protetora. Usa os poderes da magia para ajudar os necessitados. Ela criou o rio Nilo com as suas lágrimas. Conta a lenda que, após a morte de Osíris, ela transforma-se em um milhafre para chorá-lo, reúne os pedaços de seus despojos, se empenha em reanima-lo e dele concebe um filho, Horus. Ela defende com unhas e dentes seu rebento contra as agressões de seu tio Seth. Perfeita esposa e mãe ela é um dos pilares da coesão sócio-religiosa egípcia. Usa na cabeça um assento com espaldar (trono) que é o hieróglifo de seu nome.
SETH
Personifica a ambição e o mal. Considerado o deus da guerra e Senhor do Alto Egito durante o domínio dos Hicsos, tinha seu centro de culto na cidade de Ombos. Embora inicialmente fosse um deus benéfico, com o passar do tempo tornou-se a personificação do mal. Era representado por um homem com a cabeça de um tipo incerto de animal, parecido com um cachorro de focinho e orelhas compridas e cauda ereta, ou ainda como Tífon, um animal imaginário formado por partes de diferentes seres, com a cabeça de um bode, orelhas grandes, como um burro. Associavam-no ao deserto aos trovões e às tempestades. Identificado com o lado negativo da lenda, a luta entre Osiris e Seth era a luta da terra fértil contra a areia do deserto.
NÉFTIS
É a esposa de Seth, mas quando este trai e mata Osíris, por quem era apaixonada, ela permanece solidária à Isis, ajudando-a a reunir os membros espalhados do defunto e também tomando a forma de um milhafre para velá-lo e chorá-lo. Como Isis, ela protege os mortos, sarcófagos e um dos vasos canopos. O hieróglifo de seu nome é um cesto colocado sobre uma coluna, que usa na cabeça. É ainda na campanha de Isis que ela acolhe o sol nascente e o defende contra a terrível serpente Apófis.
HÁTOR
Personificação das forças benéficas do céu, depois de Isis, é a mais venerada das deusas. Distribuidora do amor e da alegria, deusa do céu e protetora das mulheres, nutriz do deus Hórus e do faraó, patrona do amor, da alegria, da dança e da música. Também é a protetora da necrópole de Tebas, que sai da falésia para acolher os mortos e velar os túmulos. Seu centro de culto era a cidade de Dendera, mas havia templos dessa divindade por toda parte. É representado na forma de uma mulher com chifres de vaca e disco solar na cabeça, uma mulher com cabeça de vaca ou por uma vaca que usava um disco solar e duas plumas entre os chifres. As vezes é retratada por um rosto de mulher visto de frente e provido de orelhas de vaca, a cabeleira separada em duas abas com as extremidades enroladas.
HÓRUS
Filho de Isis e Osíris, Horus teve uma infância difícil, sua mãe teve de escondê-lo de seu tio Seth que cobiçava o trono de seu pai Osiris. Após ter triunfado sobre Seth e as forças da desordem, ele toma posse do trono dos vivos; o faraó é sua manifestação na terra. Ele é representado como um homem com cabeça de falcão ou como um falcão, sempre usando as duas coroas do Alto e Baixo Egito. Na qualidade de deus do céu, Hórus é o falcão cujos olhos são o sol e a lua. Com o nome de "Horus do horizonte", assume uma das formas do sol, a que clareia a terra durante o dia. Mantenedor do universo e de todo tipo de vida, Horus era adorado em todo lugar. Ele é considerado o mais importante de todos os deuses, aquele que guia as almas até o Dwat ( Reino dos Mortos ).
ANÚBIS
Filho de Seth e Néftis, é o mestre dos cemitérios e o patrono dos embalsamares. É na realidade o primeiro entre eles, a quem se deve o protótipo das múmias, a de Osíris. Todo egípcio esperava beneficiar-se em sua morte do mesmo tratamento e do mesmo renascimento desta primeira múmia. Anúbis também introduz os mortos no além e protege seus túmulos com a forma de um cão, vigilante, deitado em uma capela ou caixão. Anúbis era também associado ao chacal, animal que freqüentava as necrópoles e que tem por hábito desenterrar ossos, paradoxalmente representava para os egípcios a divindade considerada a guarda fiel dos túmulos. No reino dos mortos, era associado ao palácio de Osiris, na forma de um homem com cabeça de cão ou chacal, era o juiz que, após uma série de provas por que passava o defunto, dizia se este era justo e merecia ser bem recebido no além túmulo ou se, ao contrário, seria devorado por um terrível monstro, Amut. Anúbis tinha seu centro de culto em Cinópolis.
TOTH
Divindade à qual era atribuída a revelação ao homem de quase todas as disciplinas intelectuais, a escrita, a aritmética, as ciências em geral e a magia. Era o deus-escriba e o deus letrado por excelência. Havia sido o inventor da escrita hieroglífica e era o escriba dos deuses; senhor da sabedoria e da magia. O que faz dele o patrono dos escribas que lhe endereçam uma prece antes de escrever. "Mestre das palavras divinas". Preside a medida do tempo, o disco na cabeça é a lua, cujas fases ritmam os dias e as noites. Representado como um íbis ou um homem com cabeça de íbis, ou ainda um babuíno.
MAÁT
Esta deusa, que traz na cabeça uma pluma de avestruz, representa à justiça e a verdade, o equilíbrio, a harmonia do Universo tal como foi criado inicialmente. É também a deusa do senso de realidade. Filha de Rá e de um passarinho que apaixonando-se pela luminosidade e calor do Sol, subiu em sua direção até morrer queimado. No momento da incineração uma pena voou. Era Maat. É a pena usada por Anúbis para pesar o coração daqueles que ingressam no Dwat. Em sociedade, este respeito pelo equilíbrio implica na prática da equidade, verdade, justiça; no respeito às leis e aos indivíduos; e na consciência do fato que o tratamento que se inflige aos outros pode nos ser infligido. É Maát, muito simbolicamente, que se oferece aos deuses nos templos. Protetora dos templos e tribunais.
TUÉRIS, (Taueret )
Era a deusa-hipopótamo que protegia as mulheres grávidas e os nascimentos. Ela assegurava fertilidade e partos sem perigo. Adorada em Tebas, é representada em inúmeras estátuas e estatuetas sob os traços de um hipopótamo fêmeos erguido, com patas de leão, de mamas pendentes e costas terminadas por uma espécie de cauda de crocodilo. Além de amparar as crianças, Tueris também protegia qualquer pessoa de más influências durante o sono.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Olhos fechados


O medo espia pelas brecas da culpa
O coração culpado não encontra sossego
Você sabe como foi sua luta
Porem perdeu para o desespero

O que está próximo não é o seu fim
E sim o fim de tudo que você acredita
Na ânsia de suprir a sua ambição
Se sujeita a maneiras repugnantes
Em um mar de loucuras

Os olhos do culpado denúncia
De olhos fechados você tenta parar de enxergar seus erros
Desfazer o que fez como mágica
O arrependimento e como veneno
Ataca a alma, confundindo os sentimentos
Assombra em cada sombra da escuridão de sua mente

O aumento do desespero só te leva a nada
O fim do caminho esta próximo
A dor te consome, assim como seu medo
Mas não é seu fim, é apenas o final de todo o seu ser.

Rodrigo Guimarães Fernandes Souza

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Sou avô de mim mesmo

Morreu de Confusão (carta de um suicida)
Foi encontrada no bolso de um suicida, em Maceió, a seguinte carta:


“Ilmo. Sr. Delegado de Polícia:
Não culpe ninguém pela minha morte. Deixei esta vida porque, um dia mais que eu vivesse, acabaria morrendo louco. Explico-lhe, Sr. Delegado: tive a desdita de casar-me com uma viúva, a qual tinha uma filha. Se eu soubesse disso, jamais teria me casado.
Meu pai, para maior desgraça, era viúvo, e quis a fatalidade que ele se enamorasse e casasse com a filha de minha mulher. Resultou daí que minha mulher tornou-se sogra de meu pai. Minha enteada ficou sendo minha mãe, e meu pai era, ao mesmo tempo, meu genro. Após algum tempo, minha filha trouxe ao mundo um menino, que veio a ser meu irmão, porém neto de minha mulher, de maneira que fiquei sendo avô de meu irmão. Com o decorrer do tempo, minha mulher também deu à luz um menino que, como irmão de minha mãe, era cunhado de meu pai e tio de seu filho, passando minha mulher a ser nora de sua própria filha.
Eu, Sr. Delegado, fiquei sendo pai de minha mãe, tornando-me irmão de meu pai e de meus filhos, e minha mulher ficou sendo minha avó, já que é mãe de minha mãe. Assim, acabei sendo avô de mim mesmo.
Portanto, Sr. Delegado, antes que a coisa se complique mais, resolvi desertar deste mundo.
Perdão, Sr. Delegado.”
O impossível acontece. O Cruzeiro.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Noturno (Antero de Quental)


Espírito que passas, quando o vento
Adormece no mar e surge a Lua,
Filho esquivo da noite que flutua,
Tu só entendes bem o meu tormento...
Como um canto longínquo - triste e lento-
Que voga e sutilmente se insinua,
Sobre o meu coração que tumultua,
Tu vestes pouco a pouco o esquecimento...
A ti confio o sonho em que me leva
Um instinto de luz, rompendo a treva,
Buscando. entre visões, o eterno Bem.
E tu entendes o meu mal sem nome,
A febre de Ideal, que me consome,
Tu só, Gênio da Noite, e mais ninguém!

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Sumi-e

A palavra sumiê ou sumi-e tem raiz japonesa significa “pintura com tinta” em português, e consiste numa técnica de pintura em preto-e-branco originada em mosteiros budistas da China durante a dinastia Sung (960-1274).
Levada pelos monges zen ao Japão a partir do século XIV. A arte sumi-e foi introduzida no Japão no sétimo século chinês, cujas datas remontam a cerca de 2000 a.C. Ao longo do tempo, essa arte se estabeleceu como também típica japonesa, com grandes contribuições feitas pelo monge Toba-sojo, que desenhou “Choju Giga”, no período Heyan (795-1185), e Sesshu, no período Muramaki (1333-1587), considerado o primeiro estilo puramente japonês de desenho sumi-e, ele tinha essencialmente temáticas religiosas que representavam elementos budistas, como o círculo, que indica o vazio interior, ou da natureza, como as rochas e a água. Sumi-e, também chamado “suiboku-ga”, refere-se à pintura japonesa de tinta monocromática.
Para o artista, o mais importante é retratar a essência do elemento a ser pintado, e não a mera reprodução de sua aparência exterior. Adotando esses princípios, o sumiê exerce uma dicotomia interessante. Preto-e-branco, concreto e abstrato, água e terra, controle e espontaneidade são manifestações presentes nessa arte, que, a partir do século XV, passou a retratar também pássaros, flores e paisagens. Alguns dos artistas mais importantes do sumiê são datados desse período, destacando-se Sesshu, o primeiro a criar uma linguagem peculiarmente japonesa para o estilo.
Os materiais usados nesse estilo de pintura são o: pincéis, tinta da China e papel de arroz, geralmente; uma mesa baixa ou o próprio chão servem de apoio.
É necessário muito treino, grande destreza e concentração para se tornar um artista de sumi-e, capacidade reservada somente a alguns. O desenho/escrita é criado com base numa compreensão profunda do tema representado e num sentir intenso. Praticamente tudo se pode representar, desde animais a figuras humanas, embora os temas tradicionais se quedem pelo reino vegetal: crisântemos, íris, orquídeas, cerejeiras sakura, videiras, pinheiros surgem de modo recorrente.
O pincel, erguido perpendicularmente ao papel de arroz, o washi, formando um ângulo de 90 graus com a mão do artista, que desliza pinceladas precisas e definitivas. A concentração é extrema. Os dedos permanecem quase imóveis, enquanto o braço se movimenta sem se apoiar na mesa de trabalho. Imagens belíssimas tomam forma através da habilidade do artista de capturar as formas da natureza e relatar no papel. Isso torna o sumi-e não só uma forma de arte, mas também uma forma de filosofia.
Eu postei sobre o sumi-e por que acho simplesmente fascinante e maravilhoso o fato de criar varias paisagens e animais apenas utilizando um pincel e tina preta, alem exigir autodisciplina, concentração e pela beleza é claro. Recomendo que pesquisem mais sobre o sumi-e e se puder pratique essa arte, alem de ser relaxante e bela também.
Abaixo para seu deleite eu coloquei exemplos de algumas pinturas desse estilo.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Dust in the wind - Kansas (poeira ao vento)

Eu andei ouvindo algumas musicas de Escorpion, então encontrei dust in the wind, começai a pesquisar sobre essa musica, qual banda ela pertencia e etc... Decidir então procurar sua tradução, acabei achando a letra muito bonita, fala sobre o tempo que nada é para sempre, que é bom valorizar o agora.
Acompanhem a letra original e a tradução logo abaixo e para melhor conforto coloquei uns links com vídeo da musica com a banda Escorpion e com a banda Kansas.
aproveitem e comentem.

Dust In The Wind

Composição: Kerry Livgren                


I close my eyes
Only for a moment
And the moment's gone
All my dreams
Pass before my eyes, a curiosity
Dust in the wind
All they are is dust in the wind

Same old song
Just a drop of water
In an endless sea
All we do
Crumbles to the ground
Though we refuse to see
Dust in the wind
All we are is dust in the wind, ohh

Now, don't hang on
Nothing lasts forever
But the earth and sky
It slips away
And all your money
Won't another minute buy
Dust in the wind
All we are is dust in the wind (x2)
Dust in the wind
Everything is dust in the wind (x2)
The wind

Poeira No Vento

Eu fecho meus olhos
apenas por um momento
E o momento se foi
Todos os meus sonhos
passa diante dos olhos uma curiosidade
Poeira no vento
Tudo que eles são é poeira no vento

A mesma velha música
Apenas uma gota de água
Em um mar interminável (infinito)
Tudo o que fazemos
destroçando(esmigalhando) ao solo [cai em pedaços]
Embora nós nos recusamos a ver
Poeira no vento
Todos nós somos é poeira ao vento, ohh

Agora, não "espere ai!" / não desperdice o minuto
Nada dura para sempre
Apenas o céu e a terra..
Isso vai embora
E todo o seu dinheiro
Não comprará outro minuto
Poeira no vento
Tudo que somos é poeira no vento
Poeira no vento
Tudo é poeira no vento
o vento.

http://www.youtube.com/watch?v=h--PZblBQsQ

http://www.youtube.com/watch?v=ww6ctlP-Xvw